2009年6月13日土曜日

A origem do meu nome: Dzyani


Desde criança, sofri com meu nome diferente. As pessoas nunca acertaram a pronuncia que é Deziyani, apesar de se escrever: Dzyani (nome próprio, assim como Michael não é Mixael mas sim, "Maicon") [...]

Minha mãe, certa vez explicou-me a origem do nome, citando um livro antigo e disse que meu nome era de origem Tibetana. Sempre gostei do meu nome, justamente por ser diferente, talvez o único no mundo, pois até hoje nunca encontrei alguém com o nome Dzyani, se quer conheci alguém que conheça alguma Dzyani que não seja eu. hehehe

Pesquisei sobre o livro, que é o livro: "As estâncias de Dzyan" e vejam só que interessante, justamente por eu ser meio cética e gostar de questionar tudo, encontrei muitas teorias que citam "a origem do homem", teorias da evolução" e "a origem do universo".


Boa leitura, para quem tiver paciência e curiosidade.

"O LIVRO DAS “ESTÂNCIAS DE DZYAN”: UMA REALIDADE"

“O Livro de Dzyan derivado da palavra sânscrita dhyân (meditação mística) é o primeiro volume dos Comentários aos sete volumes secretos de Kiu-te, e um glossário das obras acessíveis publicamente do mesmo título. Em poder dos lamas gelugpas do Tibet, na biblioteca de qualquer monastério, há trinta e cinco volumes de Kiu-te para uso profano (exotérico); e também quatorze livros dos comentários e notas sobre o mesmo, pelos instrutores iniciados. À rigor, aqueles trinta e cinco livros deveriam intitular-se Versão Popular da Doutrina Secreta, pois estão cheios de mitos, véus e enganos. Por outra parte, os quatorze tomos de comentários com suas entrevistas, notas e um extenso glossário de termos ocultos, todos esses desenvolvimentos da pequena obra esotérica entitulada Livro da Sabedoria Secreta do Mundo, constitui um verdadeiro resumo de todas as ciências ocultas…”

Embora tudo isto saibamos do fim do século passado, a identidade dos livros públicos de Kiu-te constituiu um enigma por longo tempo, exceto possivelmente para uns poucos que, fazendo ornamento de um verdadeiro espírito de busca, incomodaram-se em investigar realmente as fontes e pistas dadas por H.P.B. Daí que resolveram chamar estes livros de puras invenções fantásticas de H.P.B., e por conseqüência todo o resto de sua volumosa obra “A Doutrina Secreta”. A grande maioria dos especialistas do Ocidente negou a existência dos livros sob este nome. Em certa classe de literatura se pode ler inclusive que os monges tibetanos não conhecem estes livros, mas esses autores, a nosso parecer, ou são pouco sérios, ou recolheram suas informações de monges sem suficiente erudição, já que simplesmente o período de estudos em qualquer monastério de monges gelugpas dura 20 anos.

Mas depois da análise detalhada dos dados que ela mesma menciona em suas referências, estes livros puderam ser finalmente identificados. Tal e como ela disse, foram encontrados na biblioteca de cada monastério gelugpa do Tibet, assim como em outros pertencentes a diversas seitas, como por exemplo os Kargyupda, Nyingmapa e Sakyapa. A constatação não deixa lugar a dúvidas: trata-se de obras realmente ocultas, que a mais pura tradição tibetana e budista considera por excelência como as doutrinas secretas de Buddha. Como veremos ao longo deste trabalho, foi entre outras coisas a transcrição dos fonemas, quer dizer, a forma que utilizou ou escolheu H.P.B. para refletir com o alfabeto ocidental a fonética dos vocábulos em línguas tão antigas, o que impediu ao longo este tempo poder identificar os mesmos textos. Temos que fazer notar, entretanto, que não foi H.P.B. que “inventou” está transcrições. Como veremos mais abaixo as tirou de outros viajantes anteriores a ela.

Personalidades tão reconhecidas no mundo da investigação antropológica e nos estudos comparativos das simbologias antigas como Mircea Elíade aceitam os dados de H.P.B. e valorizaram seus estudos. Obras tão sérias como a enciclopédia titulada “Arqueologia em Texto e Imagens” (Munich, 1975) aceitam as fontes mencionadas na Doutrina Secreta e as citam sem nenhum gênero de reticências. Vejamos o que se diz no primeiro parágrafo da página 1 do 5º volume desta obra, sob o título surgimento da humanidade:

Tanto em tempos históricos como pré-históricos existiram e existem diferentes idéia e teorias sobre a origem(ou criação), assim como sobre a antigüidade do universo, da terra e do homem.

No “Livro de Dzyan” há uma compilação das teses possivelmente mas antigas que nos sejam conhecidas, encontramos ali uma cosmogonia maturada em detalhes e uma teoria da evolução que se refere não só a uma, mas também a cinco “humanidades”, chamada-las “raças”, que se desenvolveram ciclicamente. Estas teses, que se avaliam serem mais antigas que os Vedas e possivelmente foram a religião em todo o mundo pré-histórico, refletem-se mais tarde na religião hindu, zoroastriana, islâmica, judia e cristã, embora sob uma forma diferente e expressas em uma linguagem carregada de imagens mitológicas.

As “Estâncias de Dzyan” (tese ou dogmas de Dzyan) postulam o seguinte em relação ao homem:

1) Uma origem poligenética.
2) Diferentes formas de reprodução.
3) Uma evolução animal (pelo menos referente aos mamíferos) que seguiu a dos homens, em lugar de precedê-la, tal e como postula nossa ciência moderna.


Os períodos de tempo para a evolução do homem que se dão nas Estâncias remontam a muitos milhões de anos atrás, em correlação a nossas idéias atuais, e são tão inaceitáveis para a ciência como a hipótese de cinco humanidades (ou “Raças Raízes”), bem como de que os animais tenham surgido após o homem. Entretanto é interessante que se notem, vistos em detalhe, uma série de surpreendentes semelhanças entre algumas dessas teses e as hipóteses da biologia moderna. (…)”

H.P.Blavatsky, a primeira comentadora das Estâncias (as Estâncias foram interpretadas de novo pelo Dr. F. Hartmann a princípios de século e no ano 1958 pelo Dr. Viktor Eckert), escreveu em 1888 a respeito: “Isto deve parecer para o leitor ridiculamente absurdo. Entretanto, está estritamente nas linhas da analogia evolutiva, que a Ciência percebe no desenvolvimento das espécies animais viventes. Primeiro a procriação semelhante as células, por “divisão própria”; depois de umas quantas etapas, a ovípara, como no caso dos répteis, aos que seguem os pássaros; depois finalmente, os mamíferos com seus modos ovovíparos de produzir rebentos…”

Evolução da Consciência segundo a Teosofia

As Estâncias de Dzyan, formuladas nos primórdios da civilização que habitava o noroeste da Índia, estão registradas em folhas de palma tratadas contra fogo e água, por isso resistiram ao passar dos séculos. Estão escritas em Senzar, a linguagem secreta dos primitivos Adeptos iniciados de todo o mundo.

Dzyan é palavra sânscrita e seu significado é: Sabedoria Divina.

As Estâncias de Dzyan e o livro Siphra Dzeniouta, da tradição Hebraica, baseado nas Estâncias de Dzyan, são os registros mais antigos do mundo.

Agora a parte mais interessante:

( Meu nome é Dzyani, botaram o "i" no final porque nasci mulher, mas meu irmãozinho ganhou o nome de Dzyan. { uma pena ter falecido em 1992, deixando boas lembranças e a dor da saudade...} )


2 件のコメント:

Luciano Lemos さんのコメント...

Achei muito interessante a história do livro. Desde dessa época já tinham o conceito da evolução. Coisa que muitos religiosos fundamentalistas hoje não têm.

Muito legal o blog! Espero mais posts. :)

Carlo さんのコメント...

Uma ateia assumida com um nome de origem tão mistico é uma verdadeira ironia do destino. Mas além do significado ser bonito, tem uma sonoridade interessante...
E fico aqui ansiosamente no aguardo de mais posts interessantes como este!
[]'s